Psicólogo · Psicoterapia online · Hipnose clínica

Comece sua terapia de onde você estiver.

Muito prazer!
Primeiramente, espero que você encontre no meu trabalho um espaço de acolhimento e esperança por melhores dias.

Carlos de Thalisson, psicólogo e psicoterapeuta

Sou psicólogo clínico e ofereço psicoterapia exclusivamente online, com uma escuta individualizada e intervenções baseadas em evidências.

Se algo na sua vida tem pesado mais do que deveria, a psicoterapia pode ser um espaço para compreender o que está acontecendo, encontrar novas formas de lidar com as dificuldades e construir mudanças que façam sentido para você.

Sou especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), e também possuo especializações em Mindfulness e Hipnose Clínica, recursos que podem ser auxiliares ao tratamento, de acordo com cada caso.

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Atendimento 100% online Cuidado individualizado Prática baseada em evidências
Em que posso ajudar?

Talvez você esteja vivendo algo que já tentou resolver sem pedir ajuda...

Algumas dores não aparecem de uma vez. Elas vão ocupando espaço aos poucos, afetando seus pensamentos, seus relacionamentos, sua rotina e a forma como você se sente consigo mesmo.

Pessoa em sofrimento e sobrecarga emocional associada à ansiedade

Ansiedade generalizada e pânico

A mente não desacelera. Você antecipa problemas, imagina cenários ruins, repassa conversas e sente que precisa estar preparado(a) para tudo. Mesmo quando nada está acontecendo, existe uma sensação constante de alerta, preocupação ou medo, acompanhada de tensão e dificuldade para relaxar. Dormir, descansar e simplesmente aproveitar o momento podem se tornar difíceis, enquanto a sensação de que algo ruim pode acontecer permanece por perto.

Casal em uma conversa séria representando dificuldades nos relacionamentos

Problemas de relacionamento

Conflitos que parecem sempre terminar do mesmo jeito, dificuldade para dizer não, medo de ser abandonado(a), ciúmes, cobranças, afastamentos e conversas que nunca chegam aonde deveriam. Você pode se sentir preso(a) a relações que machucam, confuso(a) sobre o que sente ou frustrado(a) por perceber que determinados conflitos continuam se repetindo. Aos poucos, isso pode afetar sua autoestima, seus limites e a forma como você se relaciona.

Pessoa em sofrimento emocional e exaustão

Depressão

Falta de energia, desânimo, perda de interesse e vontade de se isolar se tornam cotidianos. Coisas que antes davam prazer deixam de despertar interesse e tarefas simples passam a exigir um esforço enorme. Por fora, você pode continuar cumprindo suas obrigações enquanto, por dentro, sente vazio, tristeza ou a impressão de estar apenas sobrevivendo aos dias. A sensação de distância de si e dos outros pode tornar ainda mais difícil pedir ajuda ou imaginar mudanças possíveis.

Pessoa diante do espelho em momento de autocrítica e insegurança

Autocrítica e autocobrança excessiva

Você dificilmente sente que fez o suficiente. Um erro pequeno pode ocupar sua cabeça por horas, enquanto suas conquistas parecem nunca ser suficientes. Existe comparação, culpa, medo de decepcionar e uma cobrança constante para ser melhor, produzir mais ou corresponder às expectativas dos outros. Mesmo quando alcança algo importante, pode surgir rapidamente a sensação de que poderia ter feito mais, alimentando um ciclo de exigência difícil de sustentar.

Pessoa sobrecarregada no trabalho diante de muitas tarefas

Estresse e sobrecarga mental

Você está cansado(a), mas continua funcionando no limite. São responsabilidades demais, pouco tempo de lazer ou descanso e a sensação de que sempre existe alguma coisa esperando por você. Irritação, tensão, dificuldade para descansar e sensação de esgotamento começam a fazer parte da sua rotina. Mesmo quando encontra algum tempo livre, pode ser difícil desacelerar, porque a mente continua ocupada com tarefas, cobranças e tudo aquilo que ainda precisa ser resolvido.

Pessoa adiando uma tarefa diante de materiais de estudo

Procrastinação e padrões repetitivos

Você sabe o que precisa fazer, mas adia. Evita uma conversa, uma decisão, uma tarefa ou uma situação importante e depois se culpa por isso. Promete que dessa vez será diferente, consegue mudar por algum tempo e acaba novamente no mesmo lugar, acumulando frustração e sensação de estar travado(a). Muitas vezes, evitar traz um alívio imediato, mas o problema continua esperando, aumentando a culpa e tornando o próximo passo ainda mais difícil.

Pessoa diante de comportamentos compulsivos e dificuldade de interromper um hábito

Vícios e comportamentos compulsivos

Alguns comportamentos podem se tornar difíceis de interromper, mesmo quando você percebe que estão trazendo prejuízos financeiros ou afetando sua saúde física e emocional. Muitas vezes, funcionam como uma forma rápida de aliviar ansiedade, tensão, vazio ou outros desconfortos, mas o alívio é passageiro e pode ser seguido por culpa, vergonha, conflitos ou outros prejuízos. Com o tempo, esse ciclo pode se tornar cada vez mais difícil de romper. Isso pode acontecer com jogos de aposta, álcool, outras substâncias, compras, pornografia ou outros comportamentos.

Pessoa em momento de introspecção e luto

Luto e perdas significativas

A perda de alguém importante, o fim de um relacionamento, mudanças marcantes ou outras rupturas podem trazer tristeza profunda, saudade, culpa, raiva, confusão e muitas outras emoções. Cada pessoa vive o luto de uma forma única, mas quando esse processo se torna difícil de atravessar sozinho(a), a psicoterapia pode oferecer um espaço seguro para acolher e elaborar essa experiência.

Pessoa sozinha em momento de confusão e reflexão

Questões relacionadas à sexualidade

Dúvidas, conflitos, inseguranças ou sofrimentos ligados à sexualidade podem gerar angústia, medo de julgamento e sensação de isolamento. A psicoterapia oferece um espaço de escuta ética e acolhedora para compreender essas experiências, desenvolver mais clareza sobre si mesmo(a) e construir uma relação mais saudável com sua própria vivência.

Pessoa em sofrimento emocional e exaustão

Outras questões emocionais

Você sente que alguma coisa não está bem, mas não consegue colocar isso em palavras. Pode existir vazio, irritação, tristeza, confusão, solidão ou simplesmente a sensação de estar vivendo no automático. Às vezes não há um problema único para apontar, apenas a percepção persistente de que continuar do mesmo jeito está ficando difícil. Esse desconforto também merece espaço para ser compreendido, mesmo quando você não consegue definir exatamente o que está acontecendo.

Quero dar o primeiro passo
Entenda o processo

Como funciona a terapia?

01

Avaliação clínica

Conheço sua história, compreendo o que está acontecendo e identifico os principais fatores envolvidos na dificuldade que trouxe você à psicoterapia.

02

Plano de tratamento

A partir dessa compreensão, definimos juntos as prioridades da psicoterapia e traçamos um caminho de tratamento que faça sentido para você.

03

Acompanhamento e evolução

Ao longo das sessões, acompanhamos seu progresso, identificamos mudanças e ajustamos o percurso para que a psicoterapia continue fazendo sentido.

04

Alta terapêutica

Quando você alcança os principais objetivos e desenvolve mais autonomia para lidar com suas questões, conversamos sobre o encerramento da psicoterapia.

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Saiba mais sobre a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT)

Uma forma diferente de lidar com o que acontece dentro de você.

A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) é uma abordagem contemporânea da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) que parte da seguinte pergunta: como você quer viver, mesmo diante daquilo que não pode controlar?

Nesse sentido, aceitação não significa gostar, se conformar ou concordar com o que acontece. É permitir que pensamentos, emoções e experiências difíceis estejam presentes sem transformar a tentativa de controlá-los em uma batalha incessante. Na prática, a proposta é desenvolver uma relação mais flexível com o que você sente e pensa.

A partir disso, o compromisso está em seguir na direção de uma vida que faça sentido para você, mesmo quando o caminho envolve desconforto e dificuldades. É continuar construindo o que deseja, sem precisar esperar que tudo esteja bem para dar o próximo passo.

Os seis caminhos da ACT

Eles não funcionam como etapas rígidas. São processos que se relacionam e podem ser trabalhados de diferentes formas ao longo da psicoterapia.

ACTPresençaAceitaçãoDesfusãoPerspectivaValoresAção
01

Presença

Estar mais conectado ao que acontece agora, percebendo a experiência presente com mais clareza.

02

Aceitação

Abrir espaço para emoções e experiências difíceis, sem transformar a tentativa de controlá-las em uma batalha incessante.

03

Desfusão

Perceber pensamentos como pensamentos, sem precisar tratá-los automaticamente como verdades ou seguir tudo o que eles dizem.

04

Perspectiva

Desenvolver uma percepção mais ampla de si, reconhecendo que você não se resume ao que pensa, sente ou vive.

05

Valores

Reconhecer o que realmente importa e a direção que deseja dar à sua vida.

06

Ação

Transformar essa direção em atitudes possíveis, mesmo quando surgem dificuldades e desconfortos.

Na prática, aceitação e compromisso caminham juntos. Você aprende a lidar melhor com aquilo que não pode controlar e a agir sobre aquilo que está ao seu alcance.

Hipnose clínica

Hipnose clínica: como ela pode contribuir para a terapia?

Antes de me tornar psicólogo, já trabalhava com hipnose clínica. Durante vários anos, atendi muitas pessoas exclusivamente como hipnoterapeuta e pude acompanhar de perto o quanto a hipnose pode ser uma experiência transformadora. Ao mesmo tempo, esse percurso também me permitiu conhecer suas limitações e compreender que, em muitos casos, seria importante ampliar minha formação para oferecer um cuidado mais completo.

Foi a partir dessa experiência que ingressei na faculdade de Psicologia e passei a me dedicar profundamente à minha formação. Ao concluir o curso, recebi a Laurea Acadêmica, uma homenagem concedida pela instituição por ter obtido a maior média acadêmica da graduação.

É regulamentada na Psicologia

No Brasil, a Resolução CFP nº 013/2000 aprova e regulamenta o uso da hipnose como recurso auxiliar de trabalho do psicólogo. A norma estabelece que seu uso deve ocorrer dentro dos padrões éticos, com segurança e bem-estar da pessoa atendida, e exige capacitação adequada do profissional.

Consultar a Resolução CFP nº 013/2000 →

Reconhecimento pela APA

A American Psychological Association (APA) mantém a Division 30, Society of Psychological Hypnosis, dedicada à ciência, pesquisa, formação e prática da hipnose psicológica. A APA também reúne e divulga literatura científica sobre hipnose clínica e seu uso na prática psicológica.

Conhecer a APA Division 30 →

Possíveis benefícios

Quando indicada, a hipnose pode contribuir para o manejo de sintomas, o processo de regulação emocional e a ressignificação de experiências traumáticas, sempre dentro do contexto da psicoterapia.

Além disso, existem evidências na literatura científica de que a combinação entre hipnose e TCC pode potencializar os resultados do tratamento em algumas situações, quando comparada à TCC isoladamente.

Ver a meta-análise sobre hipnose e TCC →

Mitos e o que de fato acontece

Mito
O que de fato acontece
“Vou ficar inconsciente ou desacordado.”
Durante a hipnose, você permanece consciente e participando ativamente de todo o processo. Sua atenção é direcionada de maneira mais focada, enquanto a imaginação é utilizada para favorecer novas formas de perceber, sentir e responder às próprias experiências.
“Vou perder o controle da minha consciência.”
Você continua participando da experiência. A hipnose não significa entregar sua autonomia ao terapeuta.
“O terapeuta pode me fazer fazer qualquer coisa.”
A hipnose clínica é conduzida de forma colaborativa e deve respeitar seus limites, sua autonomia e os objetivos definidos na psicoterapia.
“Hipnose é apenas relaxamento.”
Relaxamento pode acontecer, mas não é o que define a experiência. O direcionamento da atenção e da imaginação tem papel central.
“Hipnose funciona do mesmo jeito para todo mundo.”
A experiência e a responsividade à hipnose variam entre as pessoas. Por isso, não é adequado prometer uma resposta específica.

Perguntas frequentes

Reuni aqui algumas das dúvidas mais comuns sobre a psicoterapia e o atendimento online.

Preciso saber exatamente o que tenho para começar?

Não. Você pode chegar com uma dificuldade, uma sensação de estar travado ou simplesmente com a percepção de que algo precisa mudar. A avaliação inicial ajuda a organizar essa demanda.

Você atende por plano ou convênio?

Não, apenas atendimentos particulares.

Qual o valor do acompanhamento terapêutico?

Trabalho com um pagamento único mensal, e o valor é definido com cada paciente com base na frequência de atendimentos.

Tem vaga pra atendimento com valor social?

No momento não, mas caso precise posso indicar algum outro profissional para este tipo de atendimento.

A terapia online funciona?

Sim. A psicoterapia online permite que o acompanhamento aconteça por videochamada, de forma prática, segura e com privacidade, mantendo a qualidade e o cuidado necessários ao processo terapêutico.

Quantas sessões vou precisar?

Não existe um número fixo. Isso depende da demanda, dos objetivos terapêuticos, do seu comprometimento e de outros fatores individuais. O processo é acompanhado e ajustado ao longo do tempo.

Como faço para saber se você pode me ajudar?

Entre em contato pelo WhatsApp e agende uma primeira sessão. Dessa forma, você poderá conhecer a minha forma de trabalhar e decidir se a psicoterapia comigo faz sentido para você.

Antes da primeira sessão

Ainda não tem certeza se a terapia é para você?

Talvez você esteja inseguro(a) se o meu trabalho é o que está procurando. E isso é completamente compreensível. Antes de iniciar uma terapia, faz sentido conhecer o profissional, entender sua forma de trabalhar e perceber se existe uma boa conexão para esse processo.

Por isso, ofereço uma pré-sessão de até 15 minutos. Um breve primeiro contato para você me contar o que está buscando, conhecer minha abordagem, tirar suas dúvidas e entender como funciona o acompanhamento.

Sem compromisso e sem transformar esse momento em uma sessão de terapia. A ideia é que você tenha mais segurança para decidir se quer dar o próximo passo.

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